terça-feira, 27 de setembro de 2011

Da leitura de Sapho

Alphonse Daudet disse que "há em certas palavras que habitualmente empregamos uma mola escondida que de repente as abre até ao fundo, no-las explica na sua intimidade excepcional: depois a palavra retrai-se, retoma a sua forma banal e circula insignificante, desgastada pelo hábito e pelo maquinal".

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