O rapaz tocava as teclas do piano como se as enchesse de carícias. Em troca, elas davam-lhe melodias que enchiam a sala com uma beleza incorpórea e feérica. E mesmo no silêncio da sala, com o piano só e quieto, perdurava essa beleza etérea, como uma brisa discreta que nos acaricia suavemente o rosto.
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