segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Perdoe-me, sim?


Perdoe-me o Portugal do orgulho pátrio, mas sou forçado a concluir que a evocação do país das saudosas fama e glória é nada mais do que uma fuga para os que nada querem fazer de melhor por um povo estagnado e corrompido pela tacanhez e, como já diria o filósofo José Gil, pelo chicoespertismo.

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