Nada mais há além da plenitude do Eu fundada num amor sem condição por todos os seres. Dor, culpa e medo são grilhões que aprisionam a essência da humanidade, tornando-a mortiça, alheia e facilmente manipulável. Ao longo de séculos, os Homens foram conduzidos sob o olhar sobranceiro da tirania do controlo e do poder, tendo como verdade única e irrefutável um sistema penitencial assente sobre a alienação do Eu pelo pecado e pelo juízo.
É tempo de a humanidade mudar padrões. É tempo de a humanidade rir e amar incondicinalmente. Pois rir desafia instituições arcaicas estabelecidas, rir desconcerta regimes bolorentos fundados em sistemas apodrecidos. Rir é o grito de libertação dos que vivem sob o jugo do medo e da culpa.
Aqui entre nós, gosto de rir todos os dias, com gargalhadas estridentes e loucas, a que homens de outro tempo dariam relevo inquisitorial. Rir é o melhor modo de nos fundirmos com a verdade mais bela do nosso Eu. Uma expressão de profundo amor e sabedoria.