O que para o comum dos
homens é
morte
é para mim puro engano e
ilusão profunda.
Cresce-se com a certeza incutida
de que é a morte
a mãe
de todo o temor
humano.
Não morrerá
jamais
o que não morre por
inteiro.
A morte não existe.
Não crescerão iludidos
os homens
por nada mais terem a
temer?
Alcanhões, 9 de Dezembro de 2011 – 23h07m