Há em mim um
olhar
inquiridor, como em
poucos olhos
vejo.
Há em mim uma
interrogação
entranhada, das que minam
o mundo de
verdade.
Há em mim um
grito
enfurecido, ardente,
bradando quimeras e
desejos
de silenciar
por fim
o silêncio de todas as
respostas.
Alcanhões, 26 de Novembro de 2011 – 22h15m