quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Papel humano

Há em mim uma
canção de silêncios
eternos, uma
poesia que canto sem
voz.

Há em mim um
mergulho profundo
de universos perenes,
de universos perfeitos. E o
grito titânico
da caneta que sem
tinta escreve em mim,
qual papel humano,
todo o silêncio que
o mundo
tem.

Alcanhões, 12 de Janeiro de 2012 – 20h16m

1 comentário:

  1. O silêncio do mundo por vezes é tão intenso e ruidoso que se não lhe respondemos se torna ensurdecedor.

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