Há em mim uma
canção de silêncios
eternos, uma
poesia que canto sem
voz.
Há em mim um
mergulho profundo
de universos perenes,
de universos perfeitos. E o
grito titânico
da caneta que sem
tinta escreve em mim,
qual papel humano,
todo o silêncio que
o mundo
tem.
Alcanhões, 12 de Janeiro de 2012 – 20h16m