Não raras vezes, deparo-me com opiniões soltas sobre corruptos, assassinos, delinquentes. Tropeço no deviam ser mortos e no era fazer-lhes o mesmo, posições mundanas que, confesso, me deixam perplexo. Não que alguns dos crimes não justifiquem a indignação e o mediatismo de que são alvo. Não! Apenas penso que não é odiando que se vence o ódio.
Ama o que odeias. E sê livre.