Poderá um mero parlamento de seres (cuja iluminação é cada vez mais discutível) legislar sobre a capacidade de amar um filho? Não pode. Não poderá jamais. E ainda bem.
Ter dois pais ou duas mães não é aberrante. Aberrante é o poder mundano não ter percebido, ainda, que o amor incondicional não se define por leis e decretos.
Amem. Amem muito. E que se lixe o que pensa o parlamento!