sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Dois pais. Duas mães.

Poderá um mero parlamento de seres (cuja iluminação é cada vez mais discutível) legislar sobre a capacidade de amar um filho? Não pode. Não poderá jamais. E ainda bem.

Ter dois pais ou duas mães não é aberrante. Aberrante é o poder mundano não ter percebido, ainda, que o amor incondicional não se define por leis e decretos.

Amem. Amem muito. E que se lixe o que pensa o parlamento!