respirar meu
um encontro
com o
Belo, a perfeição
sublime que me
define.
É para
mim a
Vida
um poema
cantado pelas
musas, uma inquieta
demanda pelo que
é grandiosamente
grande e
eterno.
Vivo
como um
esteta. E
que poeta
seria eu
se não vivesse
como vivem os
poemas?
Alcanhões, 18 de Março de 2012 – 18h04m