Existe um mundo incorpóreo para onde viajam escritores e poetas. Nesse mundo etéreo e secreto, abrem-se portas para a subjectividade, onde cada escritor se encontra, apenas e só, com o que é seu. Existem momentos de criação poética e literária em que o mestre da escrita ascende à perfeição dessa realidade para que dela possa extrair imagens e trazê-las, qual génio, à mundaneidade. É por isso que, nesse mundo, todas as imagens são belas, mesmo as que nascem do mais profundo horror.