verdejante
encarnada em cravo
de pensamento livre
sorriram
todos os poemas
riscados
de um Portugal
obscurecido.
Numa manhã
luminosa
de um Abril de
esperança
um povo sonhador
gritou esse
desejo de um
destino sem grilhões
e canções
silenciadas.
Numa manhã
igual
à desse Abril
recordado
bramam todos os
poetas e
cantores. E o
povo envergonhado
pelas manhãs cinzentas
entristecidas
chora o destino
inglório
de um Portugal
maldito.
Constância, 25 de Abril de 2011 - 11h47m