te cala o
pranto
é a mesma
que tornou
mudo o
homem.
Silencie-se a
Terra que não quer
ver.
Silencie-se o
homem que
viu
sem poder
ver.
Que as línguas
não ousem
e os olhos
não queiram.
Caminhamos a
olhar-te
cegos e sem
voz.
E apertamos a
mordaça que te
mata mais um
pouco.
Lisboa, 1 de Abril de 2013 - 21h55m
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