que a pele
tua
fosse estátua
pedra que o
tempo não
corrompe.
Desejei
que o corpo
o corpo
teu
fosse a leveza do
toque puro os
lírios sem
mácula ou
defeito.
Desejei
que fosses
simetria
a mais pura
medida
quando é
teu o falível
gesto
o desejo
humano.
Lisboa, 23 de Maio de 2013 - 23h05m
Bom dia,
ResponderEliminarouvi hoje, na Rádio Nova, um poema seu dito por uma atriz do Porto, líndíssimo, penso que se chamava "luz e sombra". É possível?
Pode indicar-me onde posso encontrá-lo?
Obrigada.
É bom Samuel. É muito bom. A tua forma sintética e concisa de fazer escorrer os versos funciona aqui na perfeição. Bravo.
ResponderEliminarUma maravilha, li e reli...
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