quem
dera que
pudéssemos
caminhar
de
mãos dadas
e
ir onde o longe é
laranja
e rosa no Verão
quem
dera que eu e tu
fôssemos
a onda a brisa e a concha
clara
água que brilha
brilha!
quem
dera que as escamas
me
cobrissem a pele
e
em vez de homem
fosse
peixe
só
assim poderia ser tu
só
assim poderias ser (m)eu
Lisboa, 17 de Novembro de 2013 – 20h30m
Adorei seu poema...mande mais,,obg
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