sábado, 4 de janeiro de 2014

Luísa Demétrio Raposo

Alcanhões, 24 de Fevereiro de 2013 - 23h54m

"(...) Luísa Demétrio Raposo é uma divindade, uma ninfa de palavras. Em vez de escrever com tinta, escreve com o magma líquido de que são feitas as letras. A escrita dela é desassossego, sedução e carne exposta. É poesia em estado bruto, magnífico delírio que materializa uma ínfima parte da magnitude dos universos infindos que a habitam. Há uma nuvem que paira sobre a cabeça dos poetas. A Luísa vai lá e traz ao mundo tudo o que encontra, exactamente como encontra. Ela está próxima da origem das palavras, do momento em que são concebidas. É um privilégio poder assistir ao êxtase, ao clímax que traz ao mundo o poema."

in Diário I

Sem comentários:

Enviar um comentário