Subir
ao planalto e olhar o Tejo sempre me fascinou. A terra abre-se numa fenda larga
para que a língua líquida a lamba e a fecunde. E ouço dizer Lezíria, a planície
que atinge o longe e traz nova vida ao mundo. Impõe-se a palavra mãe perante
força tão latente. A terra é, se analisarmos bem, a madre que nos sustenta, do
seu seio corre a seiva que nos nutre.
Alcanhões, 4 de Março de 2014 - 23h23m
Tenho um sentir idêntico, perante a beleza do meu rio e espaços envolventes...
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