Houve
um tempo
em
que os templos
eram
de incenso e águas
puras.
Os
fumos ceifavam as
preces
e saravah as
selava
no fogo
no
altar e no vinho.
Ainda
se erguem casas
de
sangue e morte
e
ainda se adoram
os
bárbaros ídolos
do
horror e da vileza.
Sempre
que um touro morre
há
um pedaço do templo que apodrece.
Lisboa, 14 de Abril de 2014 – 15h56m
in "Ágora", 2014
Delicio-me...
ResponderEliminar:) :)
Tambem sou contra as touradas!!.
ResponderEliminarFazem-me lembrar pessoas conservadoras, monárquicas e que vão
pra quinta ao fim-de-semana!!.