Já
não me interessa este mundo.
Ainda
há quem escarre no chão
e
pise flores por vileza.
Quero
um outro céu azul
que
o daqui não tem deslumbre
e
mansidão.
Adeus
mundo adeus gente
que
é pela gente que me mato.
Nunca
vi tanta boca a sorver
toda
a pureza que a vida tem.
Lisboa, 2 de Junho de 2014 – 20h22m
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