o
sangue emerge
do
chão
e
nenhuma serpente
bebe
da seiva
da
árvore
do
magma
e
do rubor
caminhamos
sobre rubis desfeitos
e
o sangue nos espirra do olhar
jamais
sairemos incólumes das vielas
é
o garrote que nos detém
Lisboa, 27 de Junho de 2014 – 12h21m
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