Nenhum
homem, nenhum chicote
nem
uma forca te privarão de cortar o mundo com os olhos.
Depois
de ti
todos
os silêncios são farpas
que
nos matam.
És
agora o vento que respira de dentro das árvores
as
aves que cantam do cimo da Terra
a
verdade que se impõe sobre toda a avidez.
Canta,
Reyhaneh, canta a limpidez do teu nome.
Nenhuma
pedra, nenhum dedo
nem
uma palavra te roubarão
a
humanidade.
Alcanhões, 30 de Outubro de 2014 – 12h31
Olá Samuel! Que excelente poema pude ler aqui. Hei-de visitar-te outras vezes.
ResponderEliminarUm beijo.