Os humanos sempre gostaram de utopias e ideias quiméricas. Talvez porque, desde os primórdios da civilização, tem persistido a matriz de que há uma fronteira que separa o que é considerado possível do que é remetido para as fantasiosas regiões da impossibilidade. Por mais surpreendente que possa parecer, os humanos esqueceram-se de que foram eles que criaram essa mesma ideia nas suas mentes, promovendo-a, talvez inconscientemente, a padrão social. Assim, porque insistem os homens em buscar o impossível quando eles próprios são a possibilidade total encarnada?