nos 507 anos do
Pogrom de Lisboa
Apagou o
sopro da morte
a candeia acesa,
o milagre.
Ferro e fogo
sobre a carne e
o sangue.
Não cessa o grito,
não cessam as
lágrimas que o chão
chorou.
Ainda há vozes
que sussurram
que os matem
mais um
pouco.
Lisboa, 19 de Abril de 2013 - 12h54m