mar
traz-me os teus
braços.
Nas vagas
o teu rosto
branco
a macia
espuma que te
anuncia.
O vento
canta
tua forma
pele
o decalque do
teu corpo limpo
e ávido na
areia.
Quando ao
mar de ti
for beber-te a
frescura
não temas.
Quero tornar-me
líquido e
puro.
Como tu.
Matosinhos, 14 de Junho de 2013 - 13h04